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17 de ago de 2017

Resenha | Volúpia de veludo (As Modistas #3)

Andressa Santos 0💬
Simon Fairfax, o fatalmente charmoso marquês de Lisburne, acaba de retornar relutantemente a Londres para cumprir uma obrigação familiar.
Ainda assim, ele arranja tempo para seduzir Leonie Noirot, sócia da Maison Noirot. Só que, para a modista, o refinado ateliê vem sempre em primeiro lugar, e ela está mais preocupada com a missão de transformar a deselegante prima do marquês em um lindo cisne do que com assuntos românticos.
Simon, porém, está tão obcecado em conquistá-la que não é capaz de apreciar a inteligência da moça, que tem um talento incrível para inventar curvas – e lucros. Ela resolve então ensinar-lhe uma lição propondo uma aposta que vai mudar a atitude dele de uma vez por todas. Ou será que a maior mudança da temporada acabará acontecendo dentro de Leonie?
Volúpia de veludo, terceiro livro da série As Modistas, é uma história de amor envolvente, com personagens femininas fortes e determinadas que transitam com perfeição entre o romantismo e a sensualidade.
Título Volúpia de Veludo #3 | Série As Modistas | Autor (a) Loretta Chase
Editora Arqueiro (Livro cedido pela editora) | Páginas 320 | Ano 2017 | Classificação 4/5
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Leonie Noirot – além de ser a irmã Noirot ruiva, também é a irmã responsável pelas finanças da Maison Noirot.


Com as duas irmãs mais velhas já casadas, a mais velha com sintomas de gravidez e a do meio em lua de mel, ela se vê na difícil tarefa de administrar praticamente sozinha a loja, as costureiras e a instituição de caridade que fazem parte. Além disso, a afamada e desagradável prima Gladys retorna a Londres e, arrastada por Clara para dentro da Maison a fim de mudar seu estilo e os ventos da próxima temporada, se torna alvo dos olhos analíticos de Leonie, que planeja transformá-la numa linda dama. Como uma boa Noirot, Leonie vira alvo dos olhos do marquês de Lisbourne, que acaba obcecado por conquistá-la, e é em mais uma aposta que a trama se desenrola. Como o marquês não parece acreditar muito nos dotes de Leonie, eles decidem apostar a mão de Gladys – ou pelo menos a quantidade de admiradores que ela iria atrair – em apenas duas semanas sob os dons da Noirot mais jovem.


Diferente dos outros volumes, esse mostra mais as dificuldades de se administrar um negócio. Mesmo sendo a irmã mais acostumada aos números, não é fácil para Leonie fazer as tarefas sozinha, e para uma jovem que nunca teve uma grande experiência amorosa, Simon Fairfax não é um pedido pacífico em tempos de turbulência no ateliê.

A história não se diferencia muito das dos dois primeiros livros – sempre um romance escondido entre uma das irmãs e um figurão da alta sociedade. O romance nasce baseado em apostas, vestidos luxuosos e diálogos espertos, sempre sem o consentimento dos dois e ambos preocupados: um com a reputação dos negócios, outro com a reputação da sua família.


Loretta Chase é sempre uma boa escolha para quem quer esquecer por algumas horas da vida, pois os livros são bem imersivos e leves, nos fazendo mergulhar sem previsão de volta à superfície.

LORETTA CHASE nasceu em 1949 numa família albanesa. Assim que aprendeu a escrever, passou a pôr no papel as histórias que inventava. Formou-se em inglês pela Clark University, onde trabalhou meio período como professora, ao mesmo tempo que escrevia roteiros. Foi quando conheceu um produtor que a inspirou a publicar suas histórias. Os dois acabaram se casando. Com o sobrenome do marido, Loretta Chase vem publicando romances históricos desde 1987, pelos quais ganhou vários prêmios, inclusive o RITA, da Associação Americana de Escritores de Romances, por O príncipe dos canalhas.
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